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BASTIÃO

O Grito ecoa no ar, precisou do meu tio Sebastião morrer, para todos se calarem. Seu riso era o infinito do mundo. As lagrimas escorreram nas faces de jovens esperançosos. Mas surgiu um novo mundo, sem sabermos ainda como lidar, só o tempo vai dizer... Aprendizados foram muitos. Só sei... Mas não sabendo... Responder, pergunto: Tomaremos de partido as suas atitudes? Ouvir rumores de Deus, Sim! Acredite! Tudo na forma de trovejo e chuva, que ao chegar no céu, logo ele se  encontrou com a sua amada  e com a sua cunhada em repletos risos e carinhos... Depois encontrou com seus netos, sobrinhos, irmãos e tudo virou festa. Depois de algumas horas, ainda sem saber onde estava, deu a primeira gargalhada dizendo que há muito tempo não se sentia  livre como um jovem saudável. Sua família que chorava bem longe, voltava a sua rotina de pouco a pouco, e alguns abraços  despertavam sentimentos verdadeiros. A porta do encontro ali se abria.  E no meio da conversa, ...

DEPOIS DE UM ANO... A VIDA CONTINUA...

Esse comentário abaixo escrevi em junho de 2016, o País estava em revolta politica e nos gritos. Pela primeira vez as olimpíadas seriam realizado aqui no Brasil. Fazendo um ano, deixo  publicado no meu caderno. Tem vez que demoramos muito para publicar, tirar do rascunho, é uma questão filosófica... Mas espero que consiga ver, o que pensei nesta época. Quem sabe os meus pensamentos e as historias possam ter modificado para melhor, claro né... Diz que o tempo é a cura.   A olimpíada foi para outro continente, meu espetáculo continua circulando no Brasil, o espetáculo Aurora no próximo mês apresenta no Sesc Centro e Eu continuo sem dinheiro, mas a vida é assim ...  A tocha  passou em Goiânia e só fiquei sabendo do seu trajeto, que mostro no mapa abaixo.  Preocupado de não  atrasar nas vias que a tocha percorria. - Baixei até um aplicativo no meu celular que um amigo  sugeriu. Estive observando na semana que a TV Anhanguera, também  usa...

NÃO SEI SE CONSIGO ESCREVER MAIS UM CAPITULO

Há muito tempo que não escrevo. Talvez, nenhum assunto puxou a minha atenção. São dias que me vejo calado! Só na minha! Entende? Só faço observar e ficar em silêncio. É por isso, que algumas vezes, fico até com raiva, alguns me perguntam, o que está acontecendo Marrom? Acho que estou estressado e cansado, desses assuntos rotineiros, que me rodeiam. Mas, muitas coisas aconteceram, e tem muitas coisas por vim, isso é porque o mundo não para de girar... E isso é legal...  Minha mãe passou mal, eu me queimei, com agua do café, fiz a estreia do espetáculo, Achados e Perdidos no Goiânia Ouro e tudo terminou em pizza.   Iniciei com a professora Virginia, a oficina em Corumbá de Goiás. Meus filmes participaram da primeira mostra Topadas filmes, construir alguns objetos para cena de Corumbá, o novo prefeito de Goiânia foi eleito com 380 mil votos, e eu simplesmente, votei NULO.  Rosane ainda tenta esconder para o seu pai a mais de anos, que eu não durmo em sua casa. São s...

"NÃO BEBEREI" MAS SE TIVER UM VINHO, QUEM SABE!

texto 2 Fim   do ano passado estive em profundos conflitos, de como seria o inicio do ano de 2016, e o termino.               A primeira providencia que tive para começar, foi fazer uma promessa para mim mesmo. “Não beberei”, no futuro do presente. Não sou de fazer promessas, mas achei que essa palavra poderia ser uma    desculpa, a responder aos meus colegas e amigos.     Cheguei a essa atitude,    quando    eu escrevia a minha    retrospectiva do ano. Quando só falava das coisas do meu trabalho, teatro, cinema e livros. Mas para acontecer todos essas ações e desdobramento, deixamos de falar do corpo que faz essas ideias funcionarem como uma engrenagem que precisa de cuidados. Quando nos esquecemos do corpo, caímos no fictício do incomodo. Iniciei beber a 17 anos atrás, ainda adolescente e curioso, só tinha 16 anos. 17 anos para 18 com uma intens...

MEU COLEGA

Página 01 Estou em casa, na rua, ou no trabalho, me perguntam o que estou fazendo. E vou respondendo. “Muito trabalho”, e a pessoa ainda sem saber, fica  olhando para frente em silêncio, provavelmente criando coragem para perguntar. Qual trabalho? E repeti  achando que não escutei, querendo provavelmente que eu responda rápido. E já me surge um pensamento de resposta.  Outra vez vou tentar convencer esse outro conhecido, porque o que eu faço é muito valioso para minha vida, e isso talvez ele não entenda. Inicio gaguejando, mas nem sou gago! Continuo, e fico perguntando como convencer este colega que há muito tempo não a vejo. Trabalho com arte, “teatro”. Também faço documentários. Sem olhar nos seus olhos, finalizo a minha resposta olhando para beirada de sua boca. Ele  com um sorriso leve fala, “legal”. O legal e o riso talvez fosse um consolo, mas acho que ele me olha como se eu fosse um ser de outro planeta perdido na terra. Posso também ent...